Blogue da Biblioteca da Escola Secundária D. Afonso Henriques - Uma comunidade ativa que tece saberes a afetos...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Comemoração do Centenário da República
No âmbito das Comemorações do Centenário da República, na nossa BE vai ocorrer, no dia 7 de Outubro, pelas 19h30m, uma Palestra subordinada à temática da República com o convidado Doutor Fernando Capela Miguel.
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Boas Vindas ao novo ano escolar!
A Biblioteca Escolar deseja a todos os professores, funcionários, alunos e encarregados de educação, um bom ano de trabalho e repleto de leituras.
Para aqueles que chegam de novo à Escola manifestamos a nossa satisfação e damos as boas vindas.
Ao longo do ano visita o blogue da BE para conheceres as novidades e actividades da nossa Biblioteca.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Autor do mês: Sveva Casati Modignani

O nome Sveva Casati Modignani, pseudónimo e usado em conjunto por si própria e por seu marido, surgiu em 1981 quando os jornalistas italianos, de Milão, Bice (Beatrice) Cairati e Nullo Cantaroni lançaram o livro Anna Dagli Occhi Verdi. O romance, baseado em histórias contadas pela avó materna de Bice, teve bastante sucesso, tendo vendido 300 mil exemplares em cinco edições.
Em Itália, na época, vender 50 mil exemplares já era considerado um sucesso.
O pseudónimo, formado pelo nome de duas ilustres famílias milanesas, surgiu por sugestão do editor, já que não era muito atraente assinarem com os dois nomes em conjunto. Enquanto Bice escreve, o marido, Nullo, trata de corrigir os textos.
O casal começou a escrever por sugestão de um editor italiano, que não encontrava no seu país ninguém que escrevesse romances de sagas familiares, com um fundo histórico. Assim, os romances de Sveva Casati Modignani caracterizam-se, essencialmente, por apresentar histórias de famílias, sempre com mulheres lutadoras por protagonistas.
A dupla de autores, através de Bice Cariati, assumiu desde o início que o público-alvo era as mulheres.
Para mais informações seguir o link
terça-feira, 8 de junho de 2010
Mosteiro de Singeverga
HISTÓRIA DE SINGEVERGA
É o único mosteiro masculino que, em Portugal, segue a Regra de S. Bento.
Foi fundado em 25/1/1892 na freguesia de Roriz, Santo Tirso, por monges vindos de Cucujães, onde se iniciara a restauração da vida beneditina, após a extinção das Ordens Religiosas, em 18
34.Como ainda viviam os fundadores, os monges instalaram-se nas dependências agrícolas da quinta de Singeverga, mercê da doação feita pela família Gouveia Azevedo à Ordem Beneditina.· Com a proclamação da República, tiveram de se dispersar e exilar, em Maredesous (Bélgica) e, sobretudo, em Samos (Galiza). Ficou apenas, como capelão da família fundadora, o Pe. Manuel Baptista de Oliveira Ramos, o qual após a elevação de SINGEVERGA ao grau de Priorado Conventual, foi nomeado Prior pela Santa Sé, em 9 de Maio de 1922.

Entretanto, os monges regressados de Samos (1926), foram instalar-se na Falperra (Braga) para não comprometerem, com qualquer resolução apressada, tudo quanto a prudência do Padre Baptista Ramos tinha conseguido salvar.
No dia 15 de Abril de 1931, visto que a ordem política, iniciada em 1926, sob o comando do General Gomes da Costa, vingava em Portugal, impondo a normalidade e dando liberdade à Igreja e suas instituições, a comunidade deixa a Falperra e vem para Singeverga, onde se inicia em pleno a vida monástica em conventual.
Singeverga foi elevada a Abadia em 1/6/1938, tendo como primeiro Abade D. Plácido Ferreira de Carvalho (1938-1948).
Seguiu-se-lhe D. Gabriel de Sousa (1948-1966+1996), último abade vitalício. De 1966 a 1969 a Abadia foi governada por um Prior Administrador, o Pe. Geraldo Coelho Dias. Em 1969 foi eleito abade temporário, D. Teodoro Monteiro (1969-1977 +1995), D. Lourenço Moreira da Silva (1977-1993).
De 1993 a 1995 a Abadia foi governada, de novo, por um Prior Administrador, o Pe. João Lucas Dias. De 1995 até ao presente é Abade D. Luís Bernardo Sacadura Botte Aranha que governa uma comunidade de 36 monges e suas casas dependentes.
A introdução da regra de S. Bento no território português, como documento normativo de disciplina monástica, fez-se a partir do Concílio de Coyanza (1050/55?), Leão, Espanha, embora já fosse conhecida como documento de espiritualidade. Aderiram, então, à beneditização diversos mosteiros de observância autóctone (Regra de S. Frutuoso) na região do Entre Douro e Minho. Alguns monges, vindos de França (S. Geraldo de Braga e D. Bernardo de Coimbra), foram sagrados bispos, mas, durante a Idade Média, os beneditinos experimentaram certo relaxamento, atingidos sobretudo pela praga dos abades comendatários, que levaram os conventos à ruína.
Depois do Concílio de Trento(1563), após algumas tentativas de reforma, seria o rei D. Sebastião a favorecer a reformação monástica. Com o auxílio dos monges reformados de Castela, graças à acção de Fr. Pedro de Chaves e Fr. Plácido Vilalobos, o Papa Pio V, com bulas de 1566 e 1567, executadas pelo Cardeal D. Henrique, instituiu a “Congregação dos Monges Negros de S. Bento dos Reinos de Portugal”. A partir do Mosteiro de Tibães, regido pelo Abade Geral com Capítulo Geral e abades trienais, a Congregação fundou mosteiros em Lisboa, Santarém e Porto, para além de reformar alguns dos já existentes, contando 22 abadias na Metrópole e estendendo-se para o Brasil desde 1580/81, onde contou 11 mosteiros: Baía, Rio de Janeiro, Olinda, Paraíba, S. Paulo, Brotas, etc. A partir da instituição da Congregação, monges portugueses restauraram os mosteiros, reformaram a disciplina e observância monásticas, entregaram-se ao estudo, mesmo na Universidade, e à pregação, até que, em 28-30/5/1834, se deu a extinção das Ordens Religiosas pelo Liberalismo.
Painéis da Sala do Capítulo, da autoria de Cláudio Pastro

Explicação do painel:
Estes dois painéis constituem um só.
O primeiro apresenta a formação do monaquismo em Portugal e da nacionalidade portuguesa. O segundo, a formação da Congregação Beneditina até Singeverga
Esteticamente, o painel tem um grande elemento básico que é a videira, no estilo do esmalte de Limoges, que foi um trabalho característico dos monges, na Idade Média, sobretudo a partir de Cluny; à direita, faixas, adornos, galões, com a videira e pássaros, a lembrar as igrejas barrocas. Esta videira é o símbolo de Cristo, símbolo da unidade (unidade do monaquismo, unidade nacional). Ela é interceptada nalguns pontos, particularmente em 1834 e 1910
Finalmente, na extrema direita, em baixo, encontra-se uma pequena videira, mais natural, que se confunde com os corpos dos primeiros monges que aqui chegaram. Com ela pretende-se dizer que Singeverga retoma esta videira e, portanto a unidade
Montagem fotográfica dos dois painéis na Sala do Capítulo

A restauração monástica na época moderna começou por obra e graça dum monge do Rio de Janeiro, de nacionalidade portuguesa, D. Fr. João de Santa Gertrudes Leite de Amorim (1818-1894), primeiro e transitoriamente em Paço de Sousa (1865), depois, em definitivo, no antigo mosteiro de Cucujães (1875), feito Priorado Conventual (29/7/1876) e elevado a abadia (8/6/1888). Foi daqui que, ajudados por monges de Beuron, vieram fundar Singeverga e, depois de anos sob a tutela do Mosteiro de S. Paulo Extra-Muros, Roma, se integraram na Congregação de Beuron em 1904, donde passariam, em 1931, para a Congregação da Anunciação.
Os monges de Singeverga patrocinaram a fundação dos mosteiros de beneditinas:
- Mosteiro de Santa Escolástica, Roriz, Santo Tirso
- Mosteiro das Beneditinas Missionárias de Tutzing, Baltar (Paredes).
Casa dos Fundadores


(fotografia de Maria João Ruiz e Tiago Noutel-Fontes)
Explicação do painel:
Estes dois painéis constituem um só.
O primeiro apresenta a formação do monaquismo em Portugal e da nacionalidade portuguesa. O segundo, a formação da Congregação Beneditina até Singeverga
Esteticamente, o painel tem um grande elemento básico que é a videira, no estilo do esmalte de Limoges, que foi um trabalho característico dos monges, na Idade Média, sobretudo a partir de Cluny; à direita, faixas, adornos, galões, com a videira e pássaros, a lembrar as igrejas barrocas. Esta videira é o símbolo de Cristo, símbolo da unidade (unidade do monaquismo, unidade nacional). Ela é interceptada nalguns pontos, particularmente em 1834 e 1910
Finalmente, na extrema direita, em baixo, encontra-se uma pequena videira, mais natural, que se confunde com os corpos dos primeiros monges que aqui chegaram. Com ela pretende-se dizer que Singeverga retoma esta videira e, portanto a unidade
Montagem fotográfica dos dois painéis na Sala do Capítulo

A restauração monástica na época moderna começou por obra e graça dum monge do Rio de Janeiro, de nacionalidade portuguesa, D. Fr. João de Santa Gertrudes Leite de Amorim (1818-1894), primeiro e transitoriamente em Paço de Sousa (1865), depois, em definitivo, no antigo mosteiro de Cucujães (1875), feito Priorado Conventual (29/7/1876) e elevado a abadia (8/6/1888). Foi daqui que, ajudados por monges de Beuron, vieram fundar Singeverga e, depois de anos sob a tutela do Mosteiro de S. Paulo Extra-Muros, Roma, se integraram na Congregação de Beuron em 1904, donde passariam, em 1931, para a Congregação da Anunciação.
Os monges de Singeverga patrocinaram a fundação dos mosteiros de beneditinas:
- Mosteiro de Santa Escolástica, Roriz, Santo Tirso
- Mosteiro das Beneditinas Missionárias de Tutzing, Baltar (Paredes).
Casa dos Fundadores

quarta-feira, 2 de junho de 2010
Leitor do mês de Maio
No mês de Maio o leitor que mais se destacou foi o aluno, Pedro Miguel Martins de Sousa, da turma 12.ºB. Parabéns Pedro.
sábado, 22 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Efemérides de Maio
01 - Dia Internacional do Trabalhador
02 - Dia da Mãe
03 - Dia Internacional do Sol
Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
07 - Dia Mundial das Comunicações Sociais
09 - Dia da Europa
15 - Dia Internacional da Família
17 - Dia Mundial das Telecomunicações
18 - Dia Internacional dos Museus
22 - Dia do Autor Português/ Dia do Turismo
Dia Mundial da Biodiversidade
25 - Dia Internacional das crianças desaparecidas
Dia de África
29 - Dia Nacional da Energia
31 - Dia Mundial sem tabaco
02 - Dia da Mãe
03 - Dia Internacional do Sol
Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
07 - Dia Mundial das Comunicações Sociais
09 - Dia da Europa
15 - Dia Internacional da Família
17 - Dia Mundial das Telecomunicações
18 - Dia Internacional dos Museus
22 - Dia do Autor Português/ Dia do Turismo
Dia Mundial da Biodiversidade
25 - Dia Internacional das crianças desaparecidas
Dia de África
29 - Dia Nacional da Energia
31 - Dia Mundial sem tabaco
Top +
1- Memorial do convento: romance
2- Eclipse
3- À minha filha em França…
4- Morte em Veneza
5- A menina dança? romance
6- Não te deixarei morrer, David Crockett
7- Uma Escolha por Amor
8- Felizmente há luar!
9- Veronika decide morrer
10- Felizmente há luar!
2- Eclipse
3- À minha filha em França…
4- Morte em Veneza
5- A menina dança? romance
6- Não te deixarei morrer, David Crockett
7- Uma Escolha por Amor
8- Felizmente há luar!
9- Veronika decide morrer
10- Felizmente há luar!
Margarida Rebelo Pinto

BIOGRAFIA
Nascida em Lisboa em 1965, Margarida Rebelo Pinto revelou desde cedo uma enorme paixão pela escrita. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Clássica e, após uma breve passagem como copywriter pelo mundo da publicidade, aos 22 anos, iniciou a sua actividade jornalística passando por publicações como “O Independente”, “Sete”, “Marie Claire” e “Diário de Notícias”.
Foi repórter do Canal 1 da RTP, retomou a revista “Olá” do jornal
Semanário e tornou-se cronista regular da Elle, colaborando também com outras publicações.
O primeiro romance de Margarida Rebelo Pinto, "Sei Lá", não foi propriamente o seu baptismo na escrita. A autora juntou aos ingredientes de saber estar nos sítios certos, à hora certa e com os amigos necessários, uma história que concretizou na sua cabeça, dando-lhe, então, em Março de 1999, a forma em livro. Nesse mesmo ano, foi vencedora do prémio literário FNAC 1999, tendo a obra já superado os 130 mil exemplares vendidos.
Actualmente, para além do já referido best-seller, a escritora tem mais dez livros editados: "Herman SuperStar", a biografia do conhecido humorista
português, Herman José; "Não há Coincidências", outro best-seller, editado em
Abril do ano 2000 – 33ª edição com mais de 140.000 exemplares vendidos -, "As Crónicas da Margarida", igualmente sucesso de vendas e resultante de uma compilação das crónicas escritas para a revista “Olá”; "Alma de Pássaro", romance que encerra a trilogia dos anteriores, editado em Fevereiro de 2002, revelando-se mais um verdadeiro best-seller; publicado em Outubro de 2002, "Artista de Circo", o segundo livro de crónicas e mini-ficções; "I'm In Love With a PopStar", um romance sobre a vida atribulada de uma adolescente, "Nazarenas e Matrioskas", uma compilação de textos publicados na imprensa; "Pessoas como Nós", um romance que, mais uma vez, aborda os
problemas da condição humana; "Diário da Tua Ausência", uma sentida carta de amor e, por fim, "Vou contar-te um segredo", uma colecção de textos inéditos.
Enquanto no seu primeiro livro abordava ainda a escrita de uma forma ingénua, no seu terceiro romance, “Alma de Pássaro”, a autora abordou a escrita de uma forma que a colocou como a mais conhecida precursora da nova literatura urbana. Desse modo, entrou para a agência literária Carmen Balcells, representante de autores consagrados como Gabriel Garcia Marquez, Jorge Amado, Isabel Allende, entre outros. Paralelamente à escrita, Margarida dedicou-se também ao guionismo, sendo ela a autora do telefilme da SIC "Um passeio no parque". Neste momento, já está a rever o guião do seu
próximo filme, sendo este a adaptação para o cinema do livro “Sei Lá”. A escritora tem sempre mais ideias e projectos do que tempo para os realizar, é mãe, nada três quilómetros por semana e escreve em qualquer lado, desde que leve um caderno de capa preta.
BIBLIOGRAFIA
O dia em que te esqueci
Podia ser mentira mas é verdade
Pessoas Como Nós
Sei Lá
Não Há Coincidências
Alma de Pássaro
Onde reside o amor?
Gugui, o dragão azul
Português Suave
A Rapariga que Perdeu o Coração
Vou Contar-te um Segredo
Diário da Tua Ausência
Pessoas Como Nós
Nazarenas e Matrioskas
I'm In Love With a Pop Star
Alma de Pássaro
Artista de Circo
Herman Superstar
As Crónicas da Margarida
Não Há Coincidências
Alma De Pajaro
Livro do mês

Depois do sucesso de "O Diário da Tua Ausência", uma carta envolvente que ajuda a descobrir novos caminhos para o verdadeiro amor. «Quando amamos alguém, não perdemos só a cabeça, perdemos também o nosso coração. Ele salta para fora do peito e depois, quando volta, já não é o mesmo, é outro, com cicatrizes novas. Às vezes volta maior, se o amor foi feliz, outras, regressa feito numa bola de trapos, é preciso reconstruí-lo com paciência, dedicação e muito amor-próprio. E outras vezes não volta. Fica do outro lado da vida, na vida de quem não quis ficar ao nosso lado.»
«...uma longa carta dedicada a uma antiga paixão e que fecha um ciclo iniciado em O Diário da Tua Ausência.»
Correio da Manhã
«Margarida Rebelo Pinto escreve essencialmente sobre o amor, a vida e as relações, e disso nunca nos conseguimos cansar o suficiente.»
Starstyle
«O novo romance urbano.»
Jornal de Letras
«O fenómeno editorial português mais notável dos últimos anos.»
Leitor do mês de Abril
No mês de Abril o leitor que mais se destacou foi a aluna, Cátia Rafaela machado Nunes, da turma 11.ºB. Parabéns Cátia.
Palácio de Mateus
Palácio de Mateus

O Palácio de Mateus, nos arredores de Vila Real, é uma casa solarenga de grande elegância e uma das maiores expressões da arquitectura civil do Barroco nortenho, possuindo ainda belos jardins e extensas propriedades vinículas circundantes. Data de 1619 a sua construção original, mas o palácio actual está ligado à pessoa de António José Botelho Mourão, seu proprietário em 1721, sabendo-se por documentação coeva que o renovado palácio foi concluído em 1750 pelo seu filho, D. Luís António Mourão.
Robert Smith atribuiu ao arquitecto italiano Nicolau Nasoni a responsabilidade pelo projecto do Solar de Mateus. De acordo ainda com este historiador de arte, Nasoni terá remodelado um palácio já construído, pois as compridas e planas alas configuram-se de modo diferente face à exuberância do pátio da entrada.

O edifício é constituído por três corpos, sendo o central recuado. A fachada principal apresenta grandes janelas com frontões triangulares simples e outros ondulados e interrompidos por concheado. Num dinâmico jogo barroco, o arquitecto recorre ao contraste entre superfícies côncavas e convexas, com formas ascendentes e descendentes, balaustrada convergente e divergente. As linhas túrgidas horizontais são interrompidas por um coroamento de estátuas de vulto perfeito e pináculos, acentuando as linhas verticais do conjunto. Exuberância e requinte dos pormenores esculpidos, combinando com a artificiosa e engenhosa escadaria dupla, compõem o conjunto nobre da fachada solarenga.

A entrada dá acesso a uma sala central, daí divergindo para os quartos e demais dependências do solar. Os seus interiores, dispostos de modo a proporcionar maior privacidade, apresentam excepcionais tectos forrados por painéis trapezoidais em madeira. De grande qualidade é o mobiliário que decora os vários compartimentos
da casa.
Os jardins, delineados com verdejante buxo e pontuados por canteiros florais, estão magnificamente arranjados, proporcionando a série de terraços adjacentes agradável visão sobre os vinhedos em redor.
O cenário arquitectónico do Solar de Mateus tornou-se famoso em todo o mundo através dos rótulos do conhecido vinho rosé, baptizado com a mesma denominação da propriedade onde é produzido.
Biblioteca da Palácio de Mateus
O espaço actualmente ocupado pela Biblioteca foi adequado em meados do século XX por D. Francisco de Albuquerque tornando-se num símbolo da dedicação às letras e à aquisição do conhecimento que foi apanágio dos sucessivos representantes da Casa de Mateus
.Nesta sala, que ocupa o lugar central da ala norte da Casa, reúnem-se muitos dos livros de uma família, que desde sempre, teve forte implantação, na Universidade, na Igreja e na Magistratura (…) e com preocupações de cultura, pelo menos livresca, conforme demonstrou o estudo recente de Vasco Graça Moura.
Local de visita obrigatória tanto para o turista como para os participantes nas actividades culturais da Fundação, a Biblioteca alberga mais de seis mil volumes, dos quais 459 constituem o núcleo de livro antigo.
Aqui é possível consultar-se obras de teor religioso, histórico e jurídico, desde os Clássicos aos Modernos.
A partir de 2001, com o apoio do FEDER, e num claro esforço de valorização, a Biblioteca foi alvo de tratamento descritivo e de restauro tendo sido construída uma base de dados contendo 6087 fichas catalográficas, disponível para consulta nos links abaixo representados.
Neste âmbito, foram ainda publicados o “Catálogo de Obras Impressas nos séculos XVI, XVII e XVIII”, em 2005, o “Catálogo das Obras Impressas nos séculos XIX e XX “e o CD-Rom, em 2006.
O espaço é também dedicado a D. José Maria do Carmo de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, conhecido nos salões literários por Morgado de Mateus, e à sua famosa edição d’Os Lusíadas dada à estampa em 1817, sendo possível contemplar as provas tipográficas, as chapas originais em cobre e demais documentos relativos à edição.
Feira do Livro
Mais uma vez, realizou-se na nossa escola a Feira do Livro. nos dias 27, 28 e 29 de Abril de 2010.
Nesta Feira estiveram representadas 65 editoras, aproximadamente 370 títulos, com 1, 2 ou 3 exemplares.
A feira abrangeu áreas do saber diversificadas e dispunha de livros destinados à leitura com prazer. O espaço escolhido e a disposição do material foram considerados, maioritariamente, muito adequados.
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